Será o que será.
Não, não..será a areia?
Não, não..será uma sereia?
Pela praia, tanto vento..
Isto é a sua presença, o meu alento.
De quem está por dentro..
Das desavensas do meu tormento.
Não, não ..será coceira?
Não, não ..será poeira?
Que se esconde por trás do colchão.
De quem não comeu com satisfação.
E repousou sem emoção.
Não, não...será bobeira?
Não, não será sujeira?
Que invade meu pensamento.
Me lembra de meu esquecimento,
de meu amor.
e meu amor...
por onde for.
Não, não..será uma sereia?
Pela praia, tanto vento..
Isto é a sua presença, o meu alento.
De quem está por dentro..
Das desavensas do meu tormento.
Não, não ..será coceira?
Não, não ..será poeira?
Que se esconde por trás do colchão.
De quem não comeu com satisfação.
E repousou sem emoção.
Não, não...será bobeira?
Não, não será sujeira?
Que invade meu pensamento.
Me lembra de meu esquecimento,
de meu amor.
e meu amor...
por onde for.
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